

A importância do balanceamento
São 4 rodas girando no mesmo sentido, com balanços diferentes. Natural, afinal não é possível achar tão facilmente um ponto neutro de equilíbrio na concepção da roda. É natural que cada uma delas gire de forma diferente e isso produza uma trepidação que incomoda a condução, transmite insegurança e, principalmente, provoca um desgaste incomum nos pneus.
Até os carros mais novos devem ter sempre em dia seu balanceamento, já que as ruas têm buracos e desníveis que provocam pequenos empenos nas rodas. Tudo isso gera a necessidade de comprar pneus mais rapidamente, além de prejudicar a integridade da suspensão em um todo e aumentar o consumo de combustível.
Rodas desbalanceadas podem ser identificadas por trepidação na direção do veículo, ocorrida em determinada velocidade. Esse problema danifica os pneus, que terão sua vida útil reduzida – e provoca muito desconforto ao dirigir. O dano mais comum causado pelo desbalanceamento é o desgaste acentuado e irregular em pontos alternados da banda de rodagem dos pneus. Existem ainda outros problemas ocasionados pela falta de balanceamento. Entre eles está a perda de tração e estabilidade, dificuldade de manter o veículo na trajetória e desgaste prematuro dos rolamentos, amortecedores e terminais de direção. São dois os tipos de balanceamento: estático e dinâmico. Uma roda está estaticamente balanceada quando cada ponto da circunferência tem o mesmo peso de seu ponto oposto. No balanceamento dinâmico, os pontos opostos de cada lado da roda têm o mesmo peso. Para se fazer o equilíbrio ideal entre o conjunto roda/pneu, devem-se usar contrapesos de chumbo nos pontos mais leves da roda.
Quando fazer o balanceamento:
- 1 – a cada troca de pneus;
- 2 – por ocasião do rodízio de pneus (cada 10 mil km);
- 3 – ao primeiro sinal de vibração no volante ou desgaste irregular dos pneus;
- 4 – após ser efetuado reparo no pneu ou na câmara de ar